
ESTRELAS
Estrelas ninhos da vida, Entre os espaços profundos, Novos lares, novos mundos, Velados por tênue véu... Louvores à vossa glória, Nascida na eternidade, Sois jardins da imensidade, Suspensos no azul do céu.
Dizei-nos que tudo é belo, Dizei-nos que tudo é santo, Inda mesmo quando há pranto No sonho que nos conduz. Proclamai à terra estranha, Dominada de tristeza, Que em tudo reina a beleza Vestida de amor e luz.
Quando a noite for mais fria Pela dor que nos procura, Rompei a cadeia escura Que nos prenda o coração,
Acendendo a madrugada No campo de Novo Dia, Onde a ventura irradia Eterna ressurreição.
Dai consolo ao peregrino Que segue à mercê da sorte, Sem teto, sem paz, sem norte, Torturado, sofredor... Templos do Sol Infinito, Descerrai à Humanidade A benção da Divindade Nas bênçãos do vosso amor
Estrelas – ninhos da vida, Entre os espaços profundos, Novos lares, novos mundos, Velados por tênue véu... Louvores à vossa glória, Nascida na eternidade, Sois jardins da imensidade, Suspensos no azul do céu.
(do livro "Ave Cristo" de Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)
Estrelas ninhos da vida, Entre os espaços profundos, Novos lares, novos mundos, Velados por tênue véu... Louvores à vossa glória, Nascida na eternidade, Sois jardins da imensidade, Suspensos no azul do céu.
Dizei-nos que tudo é belo, Dizei-nos que tudo é santo, Inda mesmo quando há pranto No sonho que nos conduz. Proclamai à terra estranha, Dominada de tristeza, Que em tudo reina a beleza Vestida de amor e luz.
Quando a noite for mais fria Pela dor que nos procura, Rompei a cadeia escura Que nos prenda o coração,
Acendendo a madrugada No campo de Novo Dia, Onde a ventura irradia Eterna ressurreição.
Dai consolo ao peregrino Que segue à mercê da sorte, Sem teto, sem paz, sem norte, Torturado, sofredor... Templos do Sol Infinito, Descerrai à Humanidade A benção da Divindade Nas bênçãos do vosso amor
Estrelas – ninhos da vida, Entre os espaços profundos, Novos lares, novos mundos, Velados por tênue véu... Louvores à vossa glória, Nascida na eternidade, Sois jardins da imensidade, Suspensos no azul do céu.
(do livro "Ave Cristo" de Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)


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